terça-feira, 23 de agosto de 2016

Sheila Jeffreys - Gender Hurts

Sheila Jeffreys - Gender Hurts(publicado em 2013)


"Gender Hurts" avalia o contexto social, político e as implicações do fenômeno da  transgeneridade. Jeffreys e Gottschalk propõem que gênero, na cultura ocidental, é socialmente construído como base da cultura da dominação masculina, e o conceito de gênero tem o potencial para ferir.


terça-feira, 28 de junho de 2016

Janice Raymond - The Transsexual Empire



Janice Raymond - The Transsexual Empire
(publicado em 1979)



Raymond apura o papel da transexualidade na sociedade - particularmente as abordagens psicológicas e cirúrgicas - e argumenta que a transexualidade reenforça os tradicionais estereótipos de gênero. Ela também escreve sobre o caminho em que a identidade de gênero vem sendo medicalizada pela psiquiatria médica e os contextos políticos e sociais que ajudaram a disseminar o tratamento transexual médico cirúrgico como algo natural e também como medicina terapeutica.

No livro, Janice Raymond sustenta que a transexualidade é baseada nos mitos patriarcais e que a imagem da mulher é construída de acordo com a imagem que o homem tem dela. Ela relaciona isso com a invasão e apropriação da identidade política feminista pelo discurso transexual feito por homens.



sexta-feira, 8 de abril de 2016

Germaine Greer - A Mulher Eunuco

Germaine Greer - A Mulher Eunuco

(publicado em 1970)


A concepção contemporânea de mulher se baseia sobretudo em séculos de história, literatura, ciência e folclore. Só não se baseia em fatos reais.
A Mulher Eunuco examina com profundidade a condição atual da mulher, a partir da castração progressiva de sua pessoa "in totum", resultando do processo essa entidade fragmentada demoninada "feminina". Germaine Greer focaliza e expõe as diversas formas em que as mulheres são ainda corpo e alma submissos ao homem - e deformadas sob as condições de empregadas, esposas, mães, amantes.
Ela argumenta apaixonadamente que "se as mulheres devem realizar-se e desenvolver o verdadeiro potencial de suas personalidades e insistir em contribuir com as suas aptidões naturais e os seus talentos em prol do desenvolvimento universal, na política, nos negócios nas artes, e na tecnologia como na vida doméstica, então a civilização deve ser no sentido da sua maturidade e não da sua aniquilação. Essa será, inclusive, uma forma do amor se tornar mais real, como forma de comunicação entre pessoas de iguais força e ternura".

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Shulamith Firestone - A Dialética do Sexo


Shulamith Firestone - A Dialética do Sexo

(publicado em 1970)


Shulamith Firestone escreve, aos 25 anos, o livro mais radical até hoje surgido do movimento revolucionário feminista.
O método é o mesmo que seguiram Marx e Freud: análise e observação detalhadas da experiência comum. Diferenciação social dos sexos, família, amor romântico, sex-appeal feminino, instinto maternal, todos esses considerados os pilares de nossa civilização, são questionados pela autora com argumentos surpreendentes.


The Sexual Liberals and the Attack on Feminism


The Sexual Liberals and the Attack on Feminism

(publicado em 1990)


The Sexual Liberals and the Attack on Feminism documenta um ataque combinado contra os objetivos, princípios e conquistas do movimento das mulheres. Preenchendo uma necessidade de longa data de uma coleção de feminismo radical sobre as políticas sexuais atuais, esse livro traz uma extraordinária lista de colaboradoras, incluindo Phyllis Chesler, Gena Corea, Mary Daly, Andrea Dworkin, Sheila Jeffreys, Sonia Johnson, Ann Jones, Catharine MacKinnon e Florence Rush.

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Resistência - Andrea Dworkin - texto presente no capítulo IV - Português


Dee Graham - Loving to Survive

Dee Graham - Loving to Survive

(publicado em 1995)


Em 1973, três mulheres e um homem foram mantidos de refém em um dos maiores bancos de Estocolmo (Stockholm) por dois ex-condenados. Esses dois homens ameaçaram suas vidas, mas também lhes mostraram gentileza. Durante o curso dessa longa provação, os reféns começaram a se identificar com seus sequestradores, desenvolvendo um laço emocional com eles. Essa aparente reação bizarra ao sequestro, em que os refém e os sequestradores desenvolvem laços mútuos  tem sido documentada em outros casos, e tem sido reconhecida como Síndrome de Estocolmo.
Dee Graham e suas coautoras, a partir dessa síndrome e de seu ponto inicial, desenvolvem uma nova maneira de se olhar para as relações homem-mulher. Loving to Survive considera a violência masculina contra a mulher um ponto crucial para entender o psicológico atual da mulher. É dito que as responsabilidades das mulheres para com os homens assemelha-se a responsabilidade dos reféns com seus sequestradores.
Loving to Survive propõe que , como os reféns que trabalham para acalmarem seus sequestradores, mulheres trabalharam para agradarem aos homens, e disso decorre a feminilidade das mulheres. Comportamentos femininos são, em essência, estratégias de sobrevivência. Como os reféns que criam laços com seus sequestradores, mulheres criam laços com homens com o intuito de sobrevivência. A heterossexualidade feminina e o amor por homens são reexaminados a partir desse olhar.


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Andrea Dworkin - Woman Hating


Andrea Dworkin - Woman Hating

(publicado em 1974)


"Este livro é uma ação, uma ação política em que a revolução é o objetivo. Não existe nenhum outro propósito (...) O cerne deste livro é a análise do sexismo (que é o sistema de dominação masculina), o que é e como ele opera em nós."



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(traduzido por Carol Correia)
Capítulo II - Era Uma vez: A Moral da História - Português